“Either You Can Be a Teacher or You Can Be the Plagiarism Police”

Should we, teachers, be the plagiarism police? An interesting discussion that never seems to be outdated.

Classroom as Microcosm

As the new semester creeps nearer, I’m starting to think about plagiarism again.  My use of Turnitin.com, a plagiarism-detection software, is helping me relax a bit – last semester, the software made discovering plagiarism, and talking to students about it, a lot easier.  However, cheating is a perennial source of anxiety for most teachers, and a recent article in the Chronicle of Higher Education is causing me to re-think my approach yet again.

In Toward a Rational Response to Plagiarism, Rob Jenkins asks if it’s necessary for us to focus so much of our energy on student cheating.

“Of course I care about plagiarism, and I certainly take steps to deal with plagiarists once I have sufficient proof. But I don’t spend an inordinate amount of time worrying about plagiarism or trying to catch students at it. I’d prefer to direct my time and energy toward something more positive, such…

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Caring and Control Create a Safe, Positive Classroom

See on Scoop.itEnglish Language Teaching

Creating a safe and positive classroom is important to all teachers and students.

See on www.teachingchannel.org

Para escrever bem

De tempos em tempos aparecem listas na World Wide Web com dicas de como escrever bem. Desta vez a autoria do texto é atribuída a J.B. Oliveira, assim mesmo, sem maiores qualificações ou adjetivos que possam distinguí-lo de seus homônimos por aí.

Seja lá quem for o autor, as dicas são muito boas, especialmente aquela que se refere ao gerundismo, super “na moda” entre as empresas de telemarketing brasileiras.

Então, se você quer melhorar a sua escrita e a sua fala, não deixe de ler. Vale a pena!

Boa sorte!

20 DICAS PARA ESCREVER BEM

1. Evite repetir a mesma palavra, porque essa palavra vai se tornar uma palavra repetitiva e, assim, a repetição da palavra fará com que a palavra repetida diminua o valor do texto em que a palavra se encontre repetida!

2. Fuja ao máx. da utiliz. de abrev., pq elas tb empobrecem qquer. txt ou mensag. que vc. escrev.

3. Remember: Estrangeirismos never! Eles estão out! Já a palavra da língua portuguesa é very nice! Ok?

4. Você nunca deve estar usando o gerúndio! Porque, assim, vai estar deixando o texto desagradável para quem vai estar lendo o que você vai estar escrevendo. Por isso, deve estar prestando atenção, pois, caso contrário, quem vai estar recebendo a mensagem vai estar comentando que esse seu jeito de estar redigindo vai estar irritando todas as pessoas que vão estar lendo!

5. Não apele pra gíria, mano, ainda que pareça tipo assim, legal, da hora, sacou? Então joia. Valeu!

6. Abstraia-se, peremptoriamente, de grafar terminologias vernaculares classicizantes, pinçadas em alfarrábios de priscas eras e eivadas de preciosismos anacrônicos e esdrúxulos, inconciliáveis com o escopo colimado por qualquer escriba ou amanuense.

7. Jamais abuse de citações. Como alguém já disse: “Quem anda pela cabeça dos outros é piolho”. E “Todo aquele que cita os outros não tem ideias próprias”!

8. Lembre-se: o uso de parêntese (ainda que pareça ser necessário) prejudica a compreensão do texto (acaba truncando seu sentido) e (quase sempre) alonga desnecessariamente a frase.

9. Frases lacônicas, com apenas uma palavra? NUNCA!

10. Não use redundâncias, ou pleonasmos ou tautologias na redação. Isso significa que sua redação não precisa dizer a mesmíssima coisa de formas diferentes, ou seja, não deve repetir o mesmo argumento mais de uma vez. Isso que quer dizer, em outras palavras, que não se deve repetir a ideia que já foi transmitida anteriormente por palavras iguais, semelhantes ou equivalentes.

11. A hortografia meresse muinta atensão! Preciza ser corrijida ezatamente para não firir a lingúa portuguêza!

12. Não abuse das exclamações! Nunca!!! Jamais!!! Seu texto ficará intragável!!! Não se esqueça!!!

13. Evitar-se-á sempre a mesóclise. Daqui para frente, pôr-se-á cada dia mais na memória: “Mesóclise: evitá-la-ei”! Exclui-la-ei! Abominá-la-ei!”

14. Muita atenção para evitar a repetição de terminação que dê a sensação de poetização! Rima na prosa não se entrosa: é coisa desastrosa, além de horrorosa!

15. Fuja de todas e quaisquer generalizações. Na totalidade dos casos, todas as pessoas que generalizam, sem absolutamente qualquer exceção, criam situações de confusão total e geral.

16. A voz passiva deve ser evitada, para que a frase não seja passada de maneira não destacada junto ao público para o qual ela vai ser transmitida.

17. Seja específico: deixe o assunto mais ou menos definido, quase sem dúvida e até onde for possível, com umas poucas oscilações de posicionamento.

18. Como já repeti um milhão de vezes: evite o exagero. Ele prejudica a compreensão de todo o mundo!

19. Por fim, Lembre-se sempre: nunca deixe frases incompletas. Elas sempre dão margem a

20 – Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.

(Texto de JB Oliveira)

What’s your leaning style?

Gardner's Multiple Intelligence

When we identify our learning styles, we become aware of the way we understand and learn something new. Each person has his/her own unique learning style, which many times can be a combination of more than one.

With this in mind, teachers consider different activities that include acting, singing, playing games or dancing so that the learning process is done in a more efficient and pleasant way.

According to educational psychology researchers, there are eight learning styles: kineastetic, intrapersonal, interpersonal, verbal, logical, musical, visual, and naturalistic. Through tests, it is possible to identify what are the dominant styles and the secondary ones of each student.

After identifying your style, and before initiating a new class, check if your future teacher knows and uses a variety of teaching techniques that cater to your way of learning.

Cheers and good luck!

Qual o seu estilo de aprendizagem?

Quando identificamos o nosso estilo de aprendizagem, passamos a conhecer a maneira que usamos para entender e aprender algo novo. Cada pessoa tem um estilo próprio e único de aprender, o que muitas vezes pode ser a combinação de mais de um estilo.

Com isso em mente, professores podem propor atividades diferentes que incluam teatro, música, jogos ou dança para que o processo de aprendizagem se dê de forma mais eficaz e prazerosa.

De acordo com teóricos da Psicologia Educacional, foram identificadas oito formas de aprendizagem: cinestética ou de movimento, intrapessoal, interpessoal, verbal ou linguístico, matemático ou lógico, musical, visual ou espacial, e naturalista. Através de testes é possível identificar quais são os estilos dominantes e os secundários de cada aluno.

Depois de identificar o seu estilo, e antes de iniciar um novo curso, verifique se o seu futuro professor conhece e utiliza técnicas de ensino variadas que se adequem à sua forma de aprendizagem.

Cheers and good luck!

Inteligências-Múltiplas   Gardner's Multiple Intelligence

Entendendo os brasileiros

O blog Johnson, publicado no The Economist, fez uma crítica/brincadeira mostrando, através de algumas frases, a diferença entre o que nós brasileiros falamos, o que os estrangeiros entendem e aquilo que realmente queremos dizer. O post chama-se Brazilians: Portuguese for the perplexed e talvez soe como uma ofensa para muitos.

O fato é que o Brasil é um país enorme e com diferenças regionais que se refletem na nossa forma de usar a língua portuguesa falada aqui. Portanto, uma vez que a crítica não se aplica a todos, é interessante ver como os outros nos percebem, no que diz respeito à nossa comunicação.

Cheers!

Brasileiros têm níveis de inglês baixo

Mais uma vez, pesquisa mostra que o nível de fluência em inglês dos profissionais brasileiros é muito baixo. Estamos atrás de vários países da América Latina e do grupamento BRICS, como Uruguai e China, respectivamente.

Cursos específicos e treinamentos sérios são fundamentais para que empresas multinacionais queiram continuar investindo no Brasil e para que nossos profissionais mostrem seu talento num mundo cada vez mais globalizado.

Nunca é tarde para começar.

Cheers!

Brazilian Portuguese

De acordo com a colunista Helen Joyce, o português do Brasil é a melhor língua para se aprender. Leiam aqui o que ela disse a respeito.

Dá muito orgulho ler uma matéria assim sobre o Brasil e a nossa língua.

Cheers!

Am I a writer?

Image When I was born, computers were not part of my parents’ sweetest dreams. I grew up at a time when phones were corded and had old fashioned dials (the circular one, you know?), the internet and wifi were not even a thing of a distant future, and smart phones and iPads would be considered ETs. As you can see, writing up to 140 characters and clicking on copy and paste came about long after a lot of paper was wasted.

In school, we had typewriters where teachers typed their long and difficult tests. My uncle had one of those, and I loved going over to his house to type some letters. They were messages to myself or to some imaginary friend with whom I enjoyed talking about “life”. However, I liked writing notes to my mother by hand. Whenever I went to bed before she got back from work, she would find a little note about homework difficulties or the time I wanted to be woken up the next morning, as if she needed that. In fact, until this day, I do appreciate handwritten notes.

When in college, studying to be a journalist, I had to write a lot. There were loads of papers. Thankfully, by that time, computers were available, and I had already stopped typing on typewriters with carbon paper.

As a journalist, my writing was never perfect. I always felt like changing my stories over and over again. I knew writing involves editing, but I was hardly ever satisfied with the final result. Since time is always ticking in this profession, I’d constantly have this feeling of failure. Only when I started working on not so tight deadlines, was I able to appreciate and really work on my writing. I guess when I write, I need to think about it, digest the ideas, research the topic, let it sit for a while, get back to it, make the necessary changes, and eventually, come to that final period.

In graduate school writing became a difficult exercise, full of challenges and quite time consuming. I was no longer writing in Portuguese, my native language, but in English. Although I had written articles for foreign publications, they were nothing compared to academic papers.

Since then, writing in English has been a part of my professional life as an ESL professor, as a blogger and as a friend. At the same time, writing in Portuguese was never a thing of the past. While living abroad and during my travels, I kept a blog for family and friends, and wrote many emails and cards to those who I had left behind. Writing is in everything I do, be it teaching, translating, editing, or consulting.

Lately, I’ve been experiencing writer’s block. I stare at blank pages that need to be filled and nothing happens, nada. Am I running out of words and ideas? Am I a writer?

Aquisição e aprendizagem, qual a diferença?

“Language acquisition proceeds best when the input is not just comprehensible, but really interesting, even compelling; so interesting that you forget you are listening to or reading another language.” – Stephen Krashen, PhD

As palestras do linguista Stephen Krashen são sempre brilhantes e divertidas. Eu não me canso de assistir a um vídeo antigo em que ele apresenta duas aulas de alemão e descorre sobre a importância de prover fontes de informação compreensíveis no ensino de uma língua estrangeira.

Conhecido por suas pesquisas na área de aquisição e aprendizagem da linguagem (Language Acquisition), em 1975 Krashen concluiu que a aquisição é responsável pela fluência e o aprendizado pela exatidão, precisão, na língua. Ele foi além e disse que a insistência de alguns professores em corrigir erros o tempo todo tem pouco ou nenhum efeito na competência linguística do aluno e que memorização e repetição mecânica não produzem espontaneidade ao falar.

Abaixo, o vídeo das tão famosas e citadas aulas de alemão.

E agora, Krashen falando sobre sua teoria de aquisição da língua inglesa.

Cheers and happy teachings!